Abril de 2020 foi o mês mais incerto da pandemia no Pará: comércio fechado, distanciamento social decretado, e um governo precisando decidir, em tempo real, com que intensidade manter o isolamento — sem um manual pronto para seguir.
Foi nesse momento que a DIEPSAC — a diretoria de estudos socioeconômicos da FAPESPA — publicou três Informes COVID em rápida sucessão, com leitura de dados atualizada quase dia a dia. Não era ciência de longo prazo: era o tipo de informação que um governo em lockdown precisa ter na mesa antes da próxima reunião de crise.
Os três informes, em 4 dias: 20/04/2020 — Informe COVID (alinhado aos ODS); 22/04/2020 — Informe COVID; 23/04/2020 — Informe COVID.
Por que este caso merece destaque: os Informes COVID foram insumo técnico direto para as decisões do Governo do Estado sobre o lockdown — o tipo de trabalho que raramente aparece em manchete, mas que esteve na mesa exatamente quando mais precisava estar. É "dado virando decisão" no seu momento mais urgente: não em anos, em dias.