Um Pará mais conectado
Ciência que não conversa com o mundo fica menor do que poderia ser. Em dez anos, a pesquisa financiada pela FAPESPA deixou de ser um assunto só do Pará — passou a ter coautor em outros países, citação em outros continentes.
colaborações internacionais em publicações financiadas pela FAPESPA (2015–2025)
crescimento de colaborações internacionais por ano, no mesmo período
publicações científicas financiadas pela FAPESPA desde 2015
dessas publicações em acesso aberto — ciência que qualquer um pode ler
O Pará não financia ciência sozinho
Boa parte do que a FAPESPA faz só é possível porque outras instituições — de Brasília a São Paulo, de Belém a Birmingham — colocam recursos e conhecimento na mesma mesa. Alterne entre as duas escalas da rede.
Cinco instituições brasileiras dividem com a FAPESPA o custo e o conhecimento de financiar ciência no Pará.

CONFAP
Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa — a rede que conecta a FAPESPA às fundações de pesquisa de todo o Brasil, incluindo chamadas internacionais conjuntas.

FAPESP
Parceria direta com a fundação de pesquisa de São Paulo — como no projeto sobre defaunação e diversidade vegetal na floresta amazônica (2020–2022).

CNPq
Cofinanciamento de INCTs, do programa Amazônia+10 e de chamadas como a de Mulheres na Ciência — parceiro recorrente em quase todo edital de maior porte.

CAPES
Parceria em bolsas de pós-graduação — mestrado e doutorado — para as instituições de ensino superior do Pará.

FINEP
Financiadora de Estudos e Projetos — parceira do TECNOVA III, que captou R$ 11 milhões via FNDCT para inovação em empresas paraenses.
Fonte: Relatórios de Gestão FAPESPA 2019–2025.
Quando o mundo olhou para Belém, a FAPESPA já estava lá
Em novembro de 2025, Belém sediou a COP30 — a Conferência do Clima das Nações Unidas. Pela primeira vez, a capital paraense foi o centro das atenções climáticas do planeta. A FAPESPA não assistiu de fora: levou ciência paraense direto para o palco.
Imersão Amazônia
Vivência formativa reunindo estudantes do Pará — inclusive bolsistas da FAPESPA — e do Reino Unido na Floresta Nacional de Caxiuanã, uma das áreas de pesquisa mais importantes da Amazônia.
Painel "Vozes da Juventude"
Os resultados da Imersão Amazônia foram apresentados na COP30 nesse painel — jovens pesquisadores paraenses discutindo clima diretamente na conferência mais importante do mundo sobre o tema.
Fonte: Relatório de Gestão FAPESPA 2025.
O que a comunidade científica mundial vê do Pará
Dados extraídos da base Scopus (Elsevier) mostram como a produção científica financiada pela FAPESPA se compara em escala global — não é uma métrica que a própria FAPESPA inventou.
Principais áreas do conhecimento
citações totais acumuladas
citações por publicação, em média
autores envolvidos nas publicações financiadas
Fonte: Relatório Scival — Financiamento FAPESPA 2015–2025 (Elsevier/Scopus, dados até 29/07/2026).
O que mudou: o Pará parou de pesquisar sozinho
colaborações internacionais em 10 anos de publicações
o crescimento de colaborações internacionais por ano (30 → 98)
da produção científica financiada em acesso aberto
ciência paraense apresentada na conferência climática mundial em Belém
Uma pesquisa isolada tem o alcance de quem a fez. Uma pesquisa conectada tem o alcance de todos os coautores, todas as instituições, todos os países que a leram e citaram. O Pará escolheu — cada vez mais — a segunda opção.
Próximo: o Pará que vem — 2026 e o horizonte Pará 2050
