Transformação 5 · Conectividade

Um Pará mais conectado

Ciência que não conversa com o mundo fica menor do que poderia ser. Em dez anos, a pesquisa financiada pela FAPESPA deixou de ser um assunto só do Pará — passou a ter coautor em outros países, citação em outros continentes.

673

colaborações internacionais em publicações financiadas pela FAPESPA (2015–2025)

30→98

crescimento de colaborações internacionais por ano, no mesmo período

2.256

publicações científicas financiadas pela FAPESPA desde 2015

62,6%

dessas publicações em acesso aberto — ciência que qualquer um pode ler

Conectividade · Quem financia junto

O Pará não financia ciência sozinho

Boa parte do que a FAPESPA faz só é possível porque outras instituições — de Brasília a São Paulo, de Belém a Birmingham — colocam recursos e conhecimento na mesma mesa. Alterne entre as duas escalas da rede.

Cinco instituições brasileiras dividem com a FAPESPA o custo e o conhecimento de financiar ciência no Pará.

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CONFAP

Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa — a rede que conecta a FAPESPA às fundações de pesquisa de todo o Brasil, incluindo chamadas internacionais conjuntas.

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FAPESP

Parceria direta com a fundação de pesquisa de São Paulo — como no projeto sobre defaunação e diversidade vegetal na floresta amazônica (2020–2022).

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CNPq

Cofinanciamento de INCTs, do programa Amazônia+10 e de chamadas como a de Mulheres na Ciência — parceiro recorrente em quase todo edital de maior porte.

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CAPES

Parceria em bolsas de pós-graduação — mestrado e doutorado — para as instituições de ensino superior do Pará.

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FINEP

Financiadora de Estudos e Projetos — parceira do TECNOVA III, que captou R$ 11 milhões via FNDCT para inovação em empresas paraenses.

Fonte: Relatórios de Gestão FAPESPA 2019–2025.

Momento contemporâneo · Novembro de 2025

Quando o mundo olhou para Belém, a FAPESPA já estava lá

Em novembro de 2025, Belém sediou a COP30 — a Conferência do Clima das Nações Unidas. Pela primeira vez, a capital paraense foi o centro das atenções climáticas do planeta. A FAPESPA não assistiu de fora: levou ciência paraense direto para o palco.

Imersão Amazônia

Vivência formativa reunindo estudantes do Pará — inclusive bolsistas da FAPESPA — e do Reino Unido na Floresta Nacional de Caxiuanã, uma das áreas de pesquisa mais importantes da Amazônia.

Painel "Vozes da Juventude"

Os resultados da Imersão Amazônia foram apresentados na COP30 nesse painel — jovens pesquisadores paraenses discutindo clima diretamente na conferência mais importante do mundo sobre o tema.

Fonte: Relatório de Gestão FAPESPA 2025.

Conectividade · Ciência medida globalmente

O que a comunidade científica mundial vê do Pará

Dados extraídos da base Scopus (Elsevier) mostram como a produção científica financiada pela FAPESPA se compara em escala global — não é uma métrica que a própria FAPESPA inventou.

Principais áreas do conhecimento

Agricultura e Biológicas33,3%
Bioquímica e Genética18,5%
Medicina18,3%
Ciência Ambiental14,3%
Imunologia e Microbiologia8,7%
33.424

citações totais acumuladas

14,8

citações por publicação, em média

9.960

autores envolvidos nas publicações financiadas

Fonte: Relatório Scival — Financiamento FAPESPA 2015–2025 (Elsevier/Scopus, dados até 29/07/2026).

Fechamento · Transformação 5

O que mudou: o Pará parou de pesquisar sozinho

673

colaborações internacionais em 10 anos de publicações

×3

o crescimento de colaborações internacionais por ano (30 → 98)

62,6%

da produção científica financiada em acesso aberto

COP30

ciência paraense apresentada na conferência climática mundial em Belém

Uma pesquisa isolada tem o alcance de quem a fez. Uma pesquisa conectada tem o alcance de todos os coautores, todas as instituições, todos os países que a leram e citaram. O Pará escolheu — cada vez mais — a segunda opção.

Próximo: o Pará que vem — 2026 e o horizonte Pará 2050